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Tráfego pago para pneumologia

Tráfego pago para clínicas de pneumologia.

Separamos quem procura por um sintoma novo de quem já sabe o nome da própria condição, porque cada um decide de um jeito diferente e por um motivo diferente.

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Somado de toda a carteira de clientes desde 2022, medido nos painéis de cada cliente.

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A Beatus Mídias faz tráfego pago para clínicas de pneumologia no Rio de Janeiro separando dois públicos que buscam de formas opostas. O paciente agudo chega com sintoma novo, como falta de ar, e quer agendar em poucos dias. O paciente crônico já tem diagnóstico de asma, DPOC ou apneia do sono e procura um especialista de referência, com espirometria ou polissonografia no mesmo lugar. Cada campanha fala com um público, nunca com os dois na mesma peça.

Seu anúncio fala com quem sente falta de ar agora ou com quem já sabe que tem DPOC?

No mesmo consultório de pneumologia convivem dois pacientes com jornadas opostas. Um digitou "falta de ar" ou "pneumologista perto de mim" hoje de manhã e quer resolver em dias, sem paciência para formulário longo ou espera de retorno. O outro já foi diagnosticado com asma, DPOC ou apneia do sono em algum momento da vida e está escolhendo, com calma, o especialista que vai acompanhar essa condição pelos próximos anos. Tratar os dois como se fossem a mesma pessoa é o motivo mais comum de campanha de pneumologia gastar verba e não encher a agenda.

O erro mais frequente é rodar uma campanha só de termo amplo de sintoma, tipo "tosse" ou "falta de ar", competindo com portal de saúde e comparador de convênio pelo mesmo clique caro. Isso traz gente ainda decidindo se precisa de médico, não paciente pronto para marcar horário. A correção não é gastar mais, é separar a campanha: uma fala com o sintoma agudo e a urgência de agendar, outra fala com a condição já nomeada (asma, DPOC, apneia) e a prova de que a clínica faz o exame de acompanhamento, como espirometria ou polissonografia, no mesmo endereço.

A segunda armadilha é de compliance, e essa custa mais caro que verba mal gasta. Anunciar cura de apneia ou fim definitivo da tosse crônica viola a Resolução CFM nº 2.336/2023, que proíbe prometer resultado em peça publicitária médica, e também derruba a conta no Google ou na Meta, que rejeitam anúncio de saúde com promessa de cura. A campanha da clínica precisa nomear CRM, RQE e especialidade do médico responsável, e falar do mecanismo do cuidado, nunca do resultado garantido.

Situação do pacienteComo ele buscaO que a campanha precisa entregar
Falta de ar súbita ou que piorou nos últimos diasBusca urgente por "pneumologista perto de mim" ou "consulta pneumologista particular"Agenda visível e contato rápido, sem formulário longo antes do horário
Tosse que não passa há semanasPesquisa pelo sintoma, ainda decidindo se o caso é para especialistaExplicar o que o exame investiga antes de pedir o contato
Asma ou DPOC já diagnosticado, trocando de médicoBusca por especialista de referência, compara CRM e RQECredenciais visíveis e menção ao acompanhamento de longo prazo
Suspeita de apneia do sono, com ronco ou sonolênciaBusca por "tratamento apneia do sono" ou "polissonografia"Deixar claro que o exame é feito na própria clínica
Paciente crônico em acompanhamento, exame periódicoBusca recorrente por espirometria ou retorno de rotinaLembrete de reagendamento e continuidade do cuidado

Não existe conselho ou norma de publicidade específica para pneumologia. O que regula qualquer anúncio do nicho é a Resolução CFM nº 2.336/2023, a mesma norma que vale para toda especialidade médica no Brasil, porque quem presta o serviço é um médico registrado em CRM. Ela exige CRM, especialidade e RQE na peça e proíbe prometer resultado, como cura de apneia ou fim garantido da tosse crônica. Resolução CFM nº 2.336/2023

O que muda no anúncio dependendo de quem está buscando

  • ✓Duas campanhas, não uma Separar orçamento e criativo entre sintoma agudo e condição crônica já nomeada, porque cada público decide por um motivo diferente e responde a uma oferta diferente.
  • ✓CRM, RQE e especialidade no anúncio Toda peça precisa trazer nome do médico, CRM com a palavra MÉDICO e a especialidade com RQE, exigência da Resolução CFM nº 2.336/2023 para qualquer publicidade médica.
  • ✓Exame no mesmo lugar como argumento Para o paciente crônico, mostrar que espirometria ou polissonografia são feitas na própria clínica pesa mais do que qualquer promessa de resultado.
  • ✓Convênio ou particular declarado Anunciar sem dizer se atende convênio específico ou só particular gera lead que desiste na recepção, o que encarece o custo de quem realmente agenda.

Separar sintoma agudo de condição crônica exige escolher a plataforma certa para cada intenção de busca, algo que detalhamos em Google Ads e em Meta Ads. Também vale revisar o que pode e o que não pode entrar na peça em publicidade médica, o que pode hoje e em RQE e CRM no anúncio do médico, antes de ligar qualquer campanha.

Transparência total

Cada real que entra e sai, num painel só.

Você não recebe "confia em mim". Recebe um dashboard em tempo real com investimento, leads, custo por lead e faturamento atribuído. Dá pra ver de onde vem cada cliente.

Exemplo de painel Beatus com investimento, leads, custo por lead e faturamento atribuído

Exemplo de painel Beatus. Cada cliente tem o seu, atualizado em tempo real.

Como a Beatus trabalha

Uma agência só, do anúncio ao fechamento.

Começamos pelo diagnóstico e só depois investimos em anúncio. Cuidamos do tráfego pago, do Google Meu Negócio, da IA que responde no WhatsApp e do CRM que mostra quem virou cliente. Veja todos os serviços, o método em três etapas e resultados de clientes.

Do clique ao cliente

Seu lead não se perde numa planilha.

Cada lead que os anúncios trazem cai no CRM, a IA qualifica quem está pronto pra comprar e o seu time recebe só quem interessa. Você enxerga o funil inteiro, do primeiro clique ao contrato fechado.

Exemplo de funil no CRM Beatus

Exemplo de funil no CRM Beatus. A IA separa o lead quente do curioso antes do seu time gastar tempo.

Perguntas frequentes

Perguntas frequentes sobre anúncio para pneumologia

Preciso colocar meu CRM e RQE no anúncio de pneumologia?

Sim. A Resolução CFM nº 2.336/2023 exige nome do médico, número de CRM acompanhado da palavra MÉDICO e a especialidade com RQE em toda peça de publicidade médica, incluindo anúncio de Google e Meta.

Posso anunciar tratamento de apneia ou DPOC sem falar que sou pneumologista?

Não, se você não é o especialista com RQE registrado. A norma do CFM proíbe médico não especialista divulgar tratamento de doença ou sistema orgânico específico, por gerar confusão sobre a especialidade de quem atende.

Posso prometer que o tratamento acaba com a tosse crônica ou a apneia?

Não. Prometer, garantir ou insinuar resultado em peça publicitária é proibido pela Resolução CFM nº 2.336/2023, e também derruba conta em anúncio de saúde no Google e na Meta. A campanha fala do mecanismo do cuidado, não do resultado.

Vale mais anunciar para convênio ou para particular?

Depende de quanto sua agenda de convênio já está ocupada e da margem de cada modalidade. A campanha precisa declarar isso no criativo, porque anúncio genérico atrai lead que descobre na recepção que a clínica não atende o plano dele.

Em quanto tempo o anúncio começa a gerar consulta marcada?

O paciente agudo, com sintoma novo, costuma decidir e agendar em poucos dias depois de ver o anúncio. O paciente crônico, comparando especialista, pode levar mais tempo pesquisando antes de marcar, mesmo já tendo clicado.

Anúncio de espirometria ou polissonografia funciona separado da consulta?

Sim, e costuma funcionar melhor separado. Quem busca o exame por nome já sabe o que precisa, enquanto quem busca "pneumologista" ainda está decidindo, então cada busca pede uma página e uma oferta diferente.

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Bruno Vasconcellos, fundador da Beatus MídiasBruno Lucas Vasconcellos, sócio e head de tráfego da Beatus Mídias

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