Consulta de rotina não paga a conta da clínica particular. O retorno real está na cirurgia de catarata e na cirurgia refrativa, e é para lá que a campanha precisa apontar.
A Beatus Mídias faz tráfego pago para clínicas de oftalmologia no Rio de Janeiro com foco no procedimento eletivo particular, cirurgia de catarata e cirurgia refrativa, que têm ticket e margem maiores que a consulta de rotina disputada com convênio e SUS. Os criativos seguem a Resolução CFM nº 2.336/2023: educativos, sem promessa de resultado e sem depoimento identificável. O trabalho separa consulta de cirurgia eletiva para o orçamento não se diluir em clique que não converte em procedimento.
Quem digita 'oftalmologista perto de mim' ou 'consulta oftalmologista' está majoritariamente buscando atendimento via convênio ou SUS, não decidindo pagar particular. Uma campanha genérica em torno dessas palavras enche a agenda de ligação que pergunta se aceita tal convênio, ocupa a recepção e não converte em faturamento particular. Esse gasto drena orçamento que deveria estar competindo pela palavra de quem já decidiu operar, não pela palavra de quem só quer marcar exame de rotina.
O produto que sustenta a clínica é o procedimento eletivo particular: cirurgia de catarata com lente premium e cirurgia refrativa para miopia e astigmatismo. A captação certa mira a dor funcional, dificuldade de dirigir à noite, de ler de perto, dependência total de óculos, e não o apelo estético que funciona em clínica de estética. Esse recorte muda a palavra-chave, a página de destino e o texto do anúncio: tudo precisa falar com quem já sente o problema no dia a dia, não com quem só procura preço de consulta.
A Resolução CFM nº 2.336/2023 proíbe prometer resultado, usar antes e depois com identificação do paciente e depoimento que sugira superioridade. Isso elimina o formato que funciona em clínica de estética e obriga o anúncio educativo: o que explica sintoma, tecnologia e etapa da cirurgia. É o único caminho que passa ao mesmo tempo pela norma do CFM e pelas políticas de saúde do Meta Ads e do Google Ads, que reprovam peça de saúde com promessa de cura.
| Busca do paciente | O que isso significa | Prioridade de orçamento |
|---|---|---|
| oftalmologista perto de mim | Demanda de consulta de rotina, em geral via convênio ou SUS | Baixa |
| cirurgia de catarata Rio de Janeiro | Paciente já decidido buscando clínica para o procedimento | Alta |
| cirurgia de miopia a laser RJ | Busca por correção refrativa, motivada por dificuldade funcional | Alta |
| exame de vista Rio de Janeiro | Pode revelar necessidade de cirurgia, funciona como funil | Média |
| oftalmologista que atende [convênio] RJ | Busca presa ao convênio, fora da decisão particular | Baixa |
Publicidade médica é regulada pela Resolução CFM nº 2.336/2023, fiscalizada pela Comissão de Divulgação de Assuntos Médicos (Codame) do CRM-RJ. O anúncio não pode prometer resultado, usar antes e depois sem finalidade educativa nem depoimento identificável de paciente. Resolução CFM nº 2.336/2023
Se sua clínica já roda anúncio de consulta e não vê a cirurgia eletiva sair do lugar, o problema geralmente está na palavra-chave e no criativo, não no orçamento. Veja como estruturamos campanha em Google Ads e Meta Ads, o que pode e o que não pode aparecer em antes e depois de anúncio de saúde, e como exibir corretamente RQE e CRM no anúncio do médico.
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Resultado não é promessa, é dado. Trackeamento avançado, dashboards em tempo real e IA aplicada ao comercial. Cada real investido tem destino rastreável.
| Critério | Gestor Comum | Beatus Mídias |
|---|---|---|
| Estratégia | ✗Sobe campanha direto | ✓Diagnóstico antes de qualquer campanha |
| Público-alvo | ✗Não acha o público certo | ✓Segmentação ultra-específica com IA |
| Qualificação de leads | ✗Entrega leads crus | ✓IA qualifica antes do comercial receber |
| CRM | ✗Não implanta | ✓Treinamento + implantação completa |
| Relatórios | ✗Esporádicos ou ausentes | ✓Dashboard em tempo real + relatórios semanais |
| Contrato | ✗Fidelidade obrigatória | ✓Sem contrato de amarração |
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Só com finalidade educativa: o anúncio precisa explicar indicação, risco e complicação, mostrar evolução satisfatória e insatisfatória, sem identificar o paciente e sem editar a imagem. Antes e depois usado como prova de resultado, sem esse contexto, infringe a Resolução CFM nº 2.336/2023 e tende a ser reprovado pelas políticas de saúde do Meta Ads e do Google Ads.
Sim. Toda peça deve trazer nome, CRM e a palavra MÉDICO do profissional responsável. Peça de clínica também precisa exibir o diretor técnico-médico com seu CRM e, quando a especialidade for citada, o RQE correspondente, conforme os artigos 4º e 5º da Resolução CFM nº 2.336/2023.
Porque essa busca é majoritariamente de quem quer consulta de rotina via convênio ou SUS, não de quem já decidiu operar catarata ou fazer cirurgia refrativa. Rodar campanha genérica nessa palavra drena orçamento para um público que raramente vira faturamento particular, em vez de mirar quem já busca o procedimento eletivo.
Pode. A Resolução CFM permite divulgar valor de consulta, exame e procedimento, além de forma de pagamento e desconto. O que não pode é vincular a promoção a sorteio, prêmio ou venda casada, como oferecer exame grátis para quem fechar a cirurgia.
Pode ser reproduzido, mas precisa ser sóbrio: sem adjetivo que sugira superioridade sobre outro médico ou clínica e sem frase que insinue garantia de resultado. Depoimento usado como prova de cura ou resultado perfeito não é permitido pela Resolução CFM nº 2.336/2023.
O ciclo de decisão para procedimento eletivo costuma ser de dias, não de meses, porque quem chega já pesquisou sintoma e considera operar. O prazo real depende de orçamento, concorrência na região e ajuste do criativo, então não existe número padrão válido para toda clínica.
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