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Tráfego pago para clínicas de neurologia

Tráfego pago para Clínicas de Neurologia.

Campanha para neurologista não vende consulta, vende alívio pra quem já pesquisou o sintoma com medo de ouvir um diagnóstico grave.

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A Beatus Midias faz tráfego pago para clínicas de neurologia no Rio de Janeiro, estruturando campanha por sintoma (enxaqueca, tontura, formigamento, esquecimento) em vez de especialidade genérica, porque quem pesquisa já chega com medo de um diagnóstico grave. A peça segue a Resolução CFM 2.336/2023: RQE do neurologista visível, sem promessa de resultado, filtrando clique de pânico que não vira agendamento.

Por que clique de sintoma nem sempre vira consulta marcada

Quem digita neurologista ou o nome de um sintoma no Google já chegou com um medo específico na cabeça: será que é AVC, será que é Parkinson, será que é começo de alguma coisa séria. O anúncio que converte não vende neurologista genérico, vende o alívio desse medo nomeado, e mostra logo de cara o RQE do médico responsável, porque a ansiedade de quem procura é proporcional à gravidade que ele mesmo já pesquisou antes de te achar.

O erro mais comum é comprar palavra de sintoma agudo e potencialmente emergencial, tipo dor de cabeça forte, formigamento no braço ou boca torta. Isso atrai muito clique de gente em pânico, que deveria estar ligando pro SAMU e não fechando consulta eletiva particular. O custo por lead sobe, a recepção perde tempo triando gente que nunca vai agendar, e o orçamento de mídia trabalha para o pânico alheio, não para a agenda da clínica.

Neurologia também lida com muita condição crônica (epilepsia, enxaqueca recorrente, Parkinson, demência), o que muda o cálculo de quanto vale um lead pago, porque o paciente costuma voltar a cada um a três meses. Mas anunciar tratamento dessas condições exige RQE registrado em neurologia (Resolução CFM 2.336/2023, Art. 11), e prometer resultado é proibido. A campanha precisa nascer dentro dessa borda, ou vira notificação da Codame no lugar de agendamento.

Sintoma buscadoO que costuma dar erradoComo a campanha deveria tratar isso
EnxaquecaPalavra concorre com clínica geral e farmácia, atraindo quem busca remédio, não consultaSegmentar por enxaqueca crônica e recorrente, falando com quem já tentou resolver sozinho
Formigamento no braçoMistura paciente com queixa crônica leve e paciente achando que é sinal de AVC, que deveria procurar emergênciaLinguagem que separa queixa crônica de urgência real, direcionando o segundo caso para orientação, não formulário
TonturaAtrai clique de labirintite ou enjoo passageiro, sem intenção de fechar consulta particularQualificar pela frequência do sintoma (tontura recorrente), não pelo episódio isolado
EsquecimentoTermo genérico atrai familiar pesquisando por outra pessoa, nem sempre o decisor da consultaCopy que fala com quem decide levar o paciente, geralmente filho ou cônjuge
TremorAssociado a Parkinson na cabeça de quem busca, mas só pode nomear a condição com RQE registradoPeça reforça o RQE do médico antes de citar qualquer diagnóstico específico

A publicidade de clínicas e médicos neurologistas é regulada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) através da Resolução CFM nº 2.336/2023, fiscalizada na prática pela Codame de cada CRM (no Rio de Janeiro, o CRM-RJ). Essa norma trata do que pode entrar na peça publicitária, não da regulação sanitária do funcionamento da clínica. Resolução CFM nº 2.336/2023

O que a Resolução CFM 2.336/2023 permite e proíbe no anúncio de neurologia

  • ✓RQE em destaque Anunciar tratamento de Parkinson, epilepsia ou enxaqueca crônica só é permitido se o neurologista tiver RQE registrado nessa especialidade, conforme o Art. 11 da resolução.
  • ✓Nome, CRM e especialidade na peça Toda peça publicitária precisa trazer o nome do médico, o número do CRM seguido da palavra MÉDICO e a especialidade com o RQE correspondente.
  • ✓Proibido prometer resultado Garantir, insinuar ou sugerir bom resultado de tratamento em peça publicitária é vedado pela norma, mesmo quando o mecanismo por trás é real.
  • ✓Valor de consulta pode aparecer Diferente da norma anterior, hoje é permitido informar valor de consulta e forma de pagamento, o que ajuda a filtrar quem já decidiu pelo particular.

Estruturar isso direito passa por escolher o canal certo para cada momento de busca, geralmente Google Ads para quem já procura o sintoma e Meta Ads para construir reconhecimento antes da crise aparecer. Se você ainda não sabe o que pode ou não entrar na peça, vale ler o que a clínica pode anunciar e RQE e CRM no anúncio do médico antes de subir a primeira campanha.

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Perguntas frequentes

Perguntas de quem vai anunciar a própria clínica de neurologia

Posso anunciar tratamento de Parkinson e epilepsia mesmo sem ser especialista em neurologia?

Não. A Resolução CFM 2.336/2023 exige RQE registrado em neurologia para divulgar tratamento de doença ou sistema específico. Sem esse registro, o anúncio pode ser notificado pela Codame do CRM-RJ. A campanha precisa nascer já filtrando isso, citando o RQE do médico responsável antes de mencionar qualquer condição.

Posso comprar palavra-chave de sintoma como dor de cabeça forte ou formigamento no braço?

Pode, mas com cuidado. Esses termos atraem muito clique de gente em situação de urgência real, que deveria procurar pronto-socorro e não fechar consulta eletiva. O resultado costuma ser custo alto por lead sem agendamento. O ideal é segmentar pela frequência e cronicidade do sintoma, não pelo alarme do momento.

Posso prometer que o paciente vai melhorar em poucas consultas?

Não. Garantir, insinuar ou prometer resultado de tratamento em peça publicitária é proibido pelo Art. 11 da Resolução CFM 2.336/2023. A campanha pode falar do mecanismo de atendimento e da agilidade da agenda, nunca do desfecho clínico do paciente.

Posso divulgar o valor da consulta particular no anúncio?

Pode. A norma atual permite informar valor de consulta e forma de pagamento, o que antes era vedado. Isso ajuda a filtrar quem já decidiu pelo particular antes de conversar com a recepção, poupando tempo de quem atende no dia a dia.

Vale a pena anunciar para quem procura convênio, ou isso só atrai gente que não paga particular?

Depende de como a campanha é estruturada. Quem busca convênio pode migrar para particular quando a agenda do convênio está cheia ou distante. O anúncio pode ser desenhado para captar esse momento, sem competir direto com palavras genéricas de convênio.

Consulta de neurologia costuma ser recorrente, isso muda como devo pensar o anúncio?

Muda bastante. Casos crônicos como epilepsia, enxaqueca e Parkinson geram retorno a cada um a três meses, então o valor de um lead pago não se mede só na primeira consulta. Vale considerar isso ao decidir quanto investir para trazer um paciente novo.

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