Campanhas por sintoma, bairro e convênio para clínicas e consultórios de Alergia e Imunologia no Rio de Janeiro, dentro das normas do CFM.
A Beatus Mídias faz tráfego pago para clínicas de alergia e imunologia no Rio de Janeiro. As campanhas partem do sintoma, rinite, urticária, falta de ar ou alergia alimentar, e do bairro, não do termo genérico alergista, caro e disputado por marketplaces e redes hospitalares. Os anúncios seguem a Resolução CFM 2.336/2023, sem promessa de cura, com CRM e RQE visíveis, e conduzem o paciente da consulta inicial ao protocolo de imunoterapia.
Quem procura um alergologista no Rio de Janeiro quase nunca digita "alergologista". Digita o sintoma: rinite que não passa, urticária que some e volta, falta de ar em dia de mofo, reação depois de comer camarão. É esse termo que abre a busca, e é nele que a clínica precisa aparecer primeiro, antes de disputar a palavra genérica "alergista Rio de Janeiro" com a Doctoralia e com redes hospitalares, que pagam mais caro por esse leilão e afundam o custo de quem entra competindo de igual para igual.
O segundo ponto que decide se o anúncio converte é dizer, na própria página, se a clínica atende por convênio ou só particular, e qual plano. "Alergista Unimed Rio de Janeiro" é busca real, e quem clica sem saber a resposta liga, pergunta, descobre que não atende o plano dela e desliga. Isso não aparece como erro em nenhum relatório, aparece como mensagem que virou nada. Segmentar por bairro (Tijuca, Barra da Tijuca) e deixar o convênio claro na peça evita pagar pelo clique e perder o paciente na primeira dúvida.
Alergia e Imunologia não é consulta avulsa: quando o médico indica imunoterapia, a chamada vacina de alergia, o paciente aplica por anos, em protocolo contínuo. A campanha certa não termina na primeira consulta, ela é desenhada para levar quem chegou pelo teste alérgico até esse acompanhamento de longo prazo. Fazemos isso dentro da Resolução CFM nº 2.336/2023: sem prometer cura de rinite ou eliminação definitiva da alergia, com RQE e CRM visíveis na peça, e sem expor imagem de teste cutâneo sem autorização e anonimato do paciente.
| Erro comum | O que a norma do CFM diz | O que fazer no anúncio |
|---|---|---|
| Prometer "cura da rinite" ou "fim da alergia" | Vedado garantir, prometer ou insinuar resultado (art. 11, XII) | Falar do que a clínica investiga e trata, não do resultado no paciente |
| Anunciar sem CRM e RQE visíveis | Exige nome, CRM com a palavra MÉDICO e RQE da especialidade (art. 4º) | Incluir CRM e RQE em toda peça, do Instagram ao Google Ads |
| Usar foto de teste alérgico sem cuidado | Exige autorização, anonimato e finalidade educativa (art. 8º) | Só usar imagem com paciente irreconhecível e texto explicativo |
| Disputar só "alergista Rio de Janeiro" | Não é vedação legal, é escolha de mídia cara e genérica | Segmentar por sintoma e bairro, como o paciente busca de fato |
| Anunciar desconto com premiação ou venda casada | Permitido anunciar valor e desconto, vedada venda casada (art. 9º) | Divulgar preço e forma de pagamento sem condicionar a outro produto |
A publicidade da clínica é regulada pelo CFM, porque o serviço é prestado por médico com especialidade registrada (RQE em Alergia e Imunologia), e não por um conselho exclusivo do nicho. Resolução CFM nº 2.336/2023
Se a clínica já atende por convênio e particular e quer estruturar essa segmentação em campanha, os pontos de partida são google ads para capturar quem já busca sintoma ou teste de alergia, e meta ads para aparecer antes da crise. Para o funil de mensagens que leva do teste alérgico até a imunoterapia, veja ia para vendas e o guia sobre rqe e crm no anúncio do médico.
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Resultado não é promessa, é dado. Trackeamento avançado, dashboards em tempo real e IA aplicada ao comercial. Cada real investido tem destino rastreável.
| Critério | Gestor Comum | Beatus Mídias |
|---|---|---|
| Estratégia | ✗Sobe campanha direto | ✓Diagnóstico antes de qualquer campanha |
| Público-alvo | ✗Não acha o público certo | ✓Segmentação ultra-específica com IA |
| Qualificação de leads | ✗Entrega leads crus | ✓IA qualifica antes do comercial receber |
| CRM | ✗Não implanta | ✓Treinamento + implantação completa |
| Relatórios | ✗Esporádicos ou ausentes | ✓Dashboard em tempo real + relatórios semanais |
| Contrato | ✗Fidelidade obrigatória | ✓Sem contrato de amarração |
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Não. A Resolução CFM nº 2.336/2023 proíbe garantir, prometer ou insinuar resultado de tratamento. Uma peça que diga "cura definitiva da rinite" ou "fim da alergia para sempre" expõe o médico a sindicância no CRM-RJ. O anúncio pode falar do que a clínica investiga e trata, nunca do resultado no paciente.
Sim. Toda peça de publicidade médica precisa trazer o nome do médico, o número do CRM seguido da palavra MÉDICO, e a especialidade em Alergia e Imunologia com o número do RQE. Isso vale para post de Instagram, anúncio de Google e Meta, e para a própria página do site.
Só com autorização do paciente, imagem em que ele não seja reconhecível, finalidade educativa e texto explicando indicação e possíveis complicações. É vedado mostrar o procedimento em andamento. Antes de usar qualquer imagem de teste cutâneo, vale revisar a peça com esse critério.
É a palavra mais cara e mais disputada do nicho, por marketplaces como Doctoralia e por redes hospitalares. O caminho mais eficiente é segmentar por sintoma (rinite, urticária, teste de alergia) e por bairro, que é como o paciente real busca antes de saber que precisa de um alergista.
Sim, é permitido anunciar valor de consulta, formas de pagamento e desconto em campanha promocional. O que não pode é venda casada nem premiação vinculada ao desconto. Fora essas duas vedações, falar de preço no anúncio é uma prática regular dentro da resolução do CFM.
A campanha não termina na consulta: o funil de mensagens e a página conduzem o paciente que fez o teste alérgico até a explicação do protocolo de imunoterapia, quando o médico indica. Ela é desenhada para acompanhar esse relacionamento de longo prazo, não só a consulta avulsa.
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