Quem opera é escolhido pelo nome, não pela clínica. A campanha existe para colocar esse nome na cabeça de alguém que vai decidir meses depois.
A Beatus Mídias faz tráfego pago para clínica de cirurgia plástica no Rio de Janeiro tratando o anúncio como gerador de busca pelo nome do cirurgião, não como fechador de venda. Estruturamos campanha, página e atendimento dentro da Resolução CFM nº 2.336/2023, medimos consulta realizada e paga em vez de lead barato, e acompanhamos o paciente pelos meses que ele leva entre o primeiro clique e a cirurgia.
Cirurgia plástica é evento único, caro e irreversível. Ninguém compra duas vezes por engano, e por isso o paciente passa meses procurando um motivo para desistir daquele cirurgião específico. Ele não escolhe uma clínica, escolhe um par de mãos. O anúncio que ele viu em março quase nunca é o que gera a consulta: o que gera é a busca pelo nome do médico em setembro, depois de ele ter lido o perfil, olhado as avaliações e perguntado para duas amigas. A função da mídia paga aqui é plantar esse nome cedo, não arrancar um formulário.
A armadilha é otimizar por volume e custo de lead. Palavras como preço de lipoaspiração entregam contato barato e agenda cheia de gente que nunca vai pagar o procedimento. Isso queima a secretária, queima horário de consulta e faz o cirurgião concluir que anúncio não funciona. A segunda parte é a atribuição: o clique acontece em março, a cirurgia em outubro, e a entrada final é uma busca de marca. A plataforma reporta quase zero na campanha que realmente trabalhou, e ela é cortada primeiro. Se isso já aconteceu na sua clínica, o diagnóstico costuma estar em já tentei tráfego pago e não funcionou.
Tem um terceiro problema, e ele é jurídico. O criativo de maior clique na categoria, o antes e depois isolado com promessa de resultado, é exatamente o que a Resolução CFM nº 2.336/2023 proíbe. Então sobra o que a maioria das clínicas não sabe produzir: material que explica indicação, risco e recuperação sem seduzir. Funciona melhor do que parece, porque o paciente de cirurgia plástica compra por medo, e quem reduz o medo dele ganha a consulta. O ativo que sustenta tudo isso é reputação nominal, então avaliação e perfil pesam mais aqui do que criativo novo.
| O que o paciente digita | O que aquilo significa de verdade | O que a clínica faz com isso |
|---|---|---|
| cirurgião plástico na cidade | Já decidiu operar e está montando uma lista curta de nomes | Busca com página do cirurgião, RQE visível e avaliações recentes em dia |
| abdominoplastia preço | Pesquisa de orçamento feita bem antes da decisão | Conteúdo que explica o que muda o valor, sem prometer resultado nem fechar preço |
| quanto custa uma lipo hd | Curiosidade e comparação, raramente vira consulta paga | Fora da campanha de conversão, no máximo como público de topo |
| cirurgia plástica pós bariátrica | Demanda com componente reparador e ciclo ainda mais longo | Campanha própria, com triagem antes de ocupar horário de consulta |
| nome do médico mais avaliações | Fim do funil: é aqui que a decisão morre ou fecha | Marca defendida na busca, perfil do Google cuidado e resposta a avaliação |
A publicidade é regida pela Resolução CFM nº 2.336/2023, em vigor desde 11 de março de 2024. Nome, CRM com a palavra MÉDICO e a especialidade com RQE precisam constar na peça e na página principal do perfil. Antes e depois só é lícito em conjunto de imagens que mostre evolução satisfatória, insatisfatória e complicação, com texto educativo, sem edição e sem identificar o paciente. É vedado garantir ou insinuar resultado, transmitir procedimento em tempo real e entrar em lista do tipo melhor cirurgião. Quem não tem RQE em Cirurgia Plástica não pode divulgar que trata daquele conjunto de procedimentos, porque isso induz confusão com a especialidade. Quem tem pós-graduação em cirurgia estética e anuncia essa titulação precisa exibi-la seguida de NÃO ESPECIALISTA em caixa alta. Isso muda o criativo antes de mudar o orçamento. Vale ler também o que a clínica pode anunciar. Resolução CFM nº 2.336/2023
Se a sua clínica atende no Rio, o começo costuma ser alinhar o que a campanha promete com o que a recepção consegue sustentar. Veja como pensamos tráfego pago para clínicas em geral, o que muda dentro da cidade em Rio de Janeiro, por que pedir avaliação no Google pesa tanto quando o paciente procura pelo nome do cirurgião, e o que costuma estar por trás de anúncio que não vende.
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Resultado não é promessa, é dado. Trackeamento avançado, dashboards em tempo real e IA aplicada ao comercial. Cada real investido tem destino rastreável.
| Critério | Gestor Comum | Beatus Mídias |
|---|---|---|
| Estratégia | ✗Sobe campanha direto | ✓Diagnóstico antes de qualquer campanha |
| Público-alvo | ✗Não acha o público certo | ✓Segmentação ultra-específica com IA |
| Qualificação de leads | ✗Entrega leads crus | ✓IA qualifica antes do comercial receber |
| CRM | ✗Não implanta | ✓Treinamento + implantação completa |
| Relatórios | ✗Esporádicos ou ausentes | ✓Dashboard em tempo real + relatórios semanais |
| Contrato | ✗Fidelidade obrigatória | ✓Sem contrato de amarração |
Cada lead que os anúncios trazem cai no CRM, a IA qualifica quem está pronto pra comprar e o seu time recebe só quem interessa. Você enxerga o funil inteiro, do primeiro clique ao contrato fechado.
Depende do procedimento e do momento do paciente. Contato aparece cedo, mas consulta paga em cirurgia plástica anda no ritmo de uma decisão que leva meses. O que dá para acompanhar antes disso é a qualidade do contato, o volume de busca pelo nome do cirurgião e o comparecimento. Se a leitura for feita só pelo painel do primeiro mês, a conclusão vai ser errada.
Só dentro do que a Resolução CFM nº 2.336/2023 permite: conjunto de imagens com evolução satisfatória, insatisfatória e complicação, texto educativo sobre indicações e riscos, sem edição e sem identificar o paciente. Foto isolada de resultado bonito está fora. Na prática, montamos criativo que informa em vez de seduzir, e ele sustenta campanha melhor do que parece.
Em campanha de conversão, quase nunca. Termo de preço traz contato barato e agenda cheia de gente que não vai operar, e isso consome secretária e horário de consulta. Usamos esse tipo de busca como conteúdo e público de topo, para o nome do cirurgião aparecer cedo, e deixamos o dinheiro de conversão nas buscas de quem já procura por especialidade e por nome.
Pode ser que ele também não possa e ainda não tenha sido notificado. A Resolução CFM nº 2.336/2023 veda garantir ou insinuar resultado, e publicação de paciente compartilhada pelo médico passa a ser publicação dele. Quem responde no conselho é o médico. Por isso montamos criativo que continua no ar depois de uma denúncia à Codame, em vez de campanha que rende bem até a primeira notificação.
Pouco. A Resolução Normativa ANS nº 465/2021 exclui procedimento com finalidade estética da cobertura obrigatória, então rinoplastia, lipo, mamoplastia de aumento e abdominoplastia estética saem do bolso do paciente. Existe faixa reparadora com cobertura possível, como pós bariátrica e reconstrução mamária, mas ela chega mais por demanda espontânea do que por anúncio. A campanha é construída para o particular.
Os dois fazem coisas diferentes aqui. Meta apresenta o cirurgião a quem ainda não decidiu e alimenta a busca pelo nome semanas depois. Google pega quem já decidiu e está escolhendo entre nomes, incluindo a busca pelo seu. Quem roda só Google disputa leilão caro sem ter plantado nada antes. Quem roda só Meta perde o paciente no momento em que ele decide.
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