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Loja de scooter elétrica

Como aumentar o ticket da loja de scooter elétrica com acessórios

Por · Beatus Mídias · Maricá e Niterói (RJ) · Atualizado em novembro de 2026 · leitura de 6 min

Resposta direta: o jeito mais simples de aumentar o ticket da loja de scooter é vender acessório em kit, pelo uso que o cliente vai dar, e não peça por peça. Quem vai usar para entrega precisa de baú, suporte de celular e trava. Quem vai usar para ir ao trabalho precisa de capacete, capa e carregador extra. Oferecido na hora do fechamento e lembrado no pós-venda, o kit vira parte da compra.

Por que o acessório fica para trás

Na maioria das lojas, o vendedor gasta toda a energia para fechar a scooter e, quando o cliente diz sim, só quer emitir a nota. O acessório aparece como pergunta solta no balcão: vai querer um capacete? A resposta quase sempre é depois eu vejo. E depois o cliente compra no marketplace.

O acessório vende quando é apresentado como parte do uso, não como extra. A pergunta que funciona é para que você vai usar a scooter, feita no começo do atendimento, e não no fim.

Kits pelo tipo de uso

KitPara quemO que costuma entrar
EntregaQuem trabalha com aplicativo ou deliveryBaú ou bolsa, suporte de celular, trava, capa de chuva
CidadeQuem vai trabalhar ou estudarCapacete, trava, retrovisor, carregador extra
FamíliaQuem compra para filho ou casalDois capacetes, cotoveleira e joelheira, campainha e luz
CuidadoTodo clienteRevisão programada, capa de proteção, calibrador

Monte cada kit com preço fechado e menor do que a soma das peças. O cliente entende o benefício na hora e o vendedor não precisa negociar item por item.

O momento certo de oferecer

  1. Na primeira conversa, pergunte para que a pessoa vai usar a scooter.
  2. Ao mandar o orçamento da scooter, mande junto o kit que combina com o uso.
  3. No test ride, use o acessório: capacete, suporte com o celular, baú montado.
  4. No fechamento, apresente o valor com e sem o kit, lado a lado.

Exemplo de conta: numa venda de R$ 8.000, um kit de R$ 600 aumenta o ticket em 7,5%. Se metade das vendas do mês sair com kit, a diferença no faturamento é visível sem vender uma scooter a mais. Os valores são exemplo.

O pós-venda que vende acessório

Quem comprou a scooter há 30 dias já sabe o que faltou: a capa porque choveu, o suporte porque se perdeu no caminho, o carregador extra porque deixa a scooter no trabalho. Uma mensagem no WhatsApp perguntando como está a scooter, com a lista dos acessórios mais pedidos, traz o cliente de volta à loja. E a revisão programada é a desculpa perfeita para ele voltar.

Também dá para anunciar só para quem já comprou, subindo a lista de clientes como público no Meta Ads, respeitando os termos da plataforma e a LGPD. O custo é baixo porque o público é pequeno e conhece a loja.

O que medir

Com as vendas registradas no CRM, a loja vê qual vendedor oferece o kit e qual esquece. Veja como trabalhamos com lojas do nicho em marketing para lojas de bikes e scooters elétricas.

Acessório vende em kit, pelo uso

Perguntar o uso no começo, mostrar o kit no orçamento, usar no test ride e lembrar no pós-venda. Veja marketing para lojas de bikes e scooters elétricas.

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Perguntas frequentes

Como aumentar o ticket médio de uma loja de scooter elétrica?

Venda acessórios em kits montados pelo uso que o cliente vai dar, como entrega, cidade ou família, com preço fechado menor que a soma das peças. Pergunte o uso no começo do atendimento, mande o kit junto com o orçamento, use os acessórios no test ride e apresente o valor com e sem kit no fechamento. Depois, lembre no pós-venda.

Quais acessórios mais vendem com scooter elétrica?

Depende do uso. Quem trabalha com entrega procura baú ou bolsa, suporte de celular, trava e capa de chuva. Quem usa para ir ao trabalho procura capacete, trava, retrovisor e carregador extra. Revisão programada e capa de proteção servem para todo cliente. Montar kits por tipo de uso facilita a escolha e a venda.

Quando oferecer acessório na venda da scooter?

Desde o começo, e não só no fim. A pergunta sobre o uso da scooter na primeira conversa já indica o kit certo. O kit vai junto com o orçamento, aparece montado no test ride e entra no fechamento com o valor lado a lado. Oferecido como pergunta solta no balcão, depois que o cliente já decidiu, o acessório quase sempre fica para depois.

Vale a pena fazer pós-venda para vender acessório?

Vale, porque depois de algumas semanas o cliente já sabe o que faltou. Uma mensagem no WhatsApp perguntando como está a scooter, com os acessórios mais pedidos, costuma trazer gente de volta. A revisão programada é outro motivo para ele voltar à loja. Também dá para anunciar só para quem já comprou, respeitando a LGPD.

Bruno Vasconcellos, fundador e CEO da Beatus Mídias

Bruno Vasconcellos

Fundador da Beatus Mídias, agência de tráfego pago, CRM e inteligência artificial para vendas, com sede em Niterói e base em Maricá (RJ). Opera mídia para negócios locais no Rio de Janeiro desde 2021.

Sobre o autor